Raku Kei

raku kei

 

O caminho do Dragão de Fogo

As palavras Rei – Ki originaram-se das palavras Raku-Kei. O Raku é o fluxo de energia vertical no corpo, enquanto o Kei é o fluxo de energia horizontal. As duas cruzam no centro do Hara ou do Plexo Solar. É este o ponto cortado durante o ritual Samurai Hara Kiri. Deste modo, o Samurai cortava o centro de seu ser pela implementação dos três cortes sagrados em forma de triângulo (o símbolo da manifestação).

A cruz formada pelas energias Raku e Kei é a cruz que representa os quatro pontos cardeais e os quatro elementos. Esta forma pagã foi usada pelos cristãos logo após a morte de Cristo e no quarto dia de travessia, foi feita com reverência por ser um acto de edificação espiritual dos Cristãos.

O Raku Kei é uma ciência ancestral de auto-desenvolvimento e de auto-evolução.
Acredita-se que a sua origem vem do Tibet. Os Lamas tibetanos usavam caligrafias para capturar a energia da concepção da cura, reconhecendo que todos os símbolos, quando desenhados, produzem ondas de baixa frequência que podem ser detectadas pelo corpo humano. Esta caligrafia dos símbolos podia, normalmente, ser pintada, ampliada e pendurada nas paredes dos mosteiros onde os monges meditavam. Desta maneira, poderiam adicionar um foco através das palavras do mantra que ressonavam com o símbolo.Era passado para todos os participantes através das meditações, sentando-se na posição de decúbito frontal, com os joelhos e cotovelos no chão, bem no centro de uma grande forma oval que contém uma louça de cerâmica. A louça representava o Ovo Etérico ou Akasha, que anteriormente enchida cuidadosamente com água. A água representava as emoções.
O genuflexório em si representa os quatro pontos cardeais ou os elementos; a pessoa que se senta na posição do quinto elemento, representa o Éter, ou o Espírito. O genuflexório era feito de madeira incrustada com prata, tornando – se num canal de quatro pernas no centro. Esta conexão estava incrustada pela frequência do símbolo-mestre, no assento.

As paredes de cobre da câmara de meditação estavam altamente polidas com couro para reflectir com exatidão o reflexo. Uma parede inclinada era usada para pendurar o símbolo que poderia ser reflectido na parede. Ela era usada para a educação do meditador que estaria preparado para ver o reflexo, aumentado pelo cobre na parede. A concepção deste procedimento era resguardar os símbolos, encerrando-os profundamente na mente através da concentração e da repetição do mantra. Ao mesmo tempo o corpo estava a ser purificado pela exposição à energia do símbolo-mestre, no assento. A energia do símbolo vai directo para a espinha e depois para os chakras superiores. Somente uma descoberta, relativamente recente, por Rolf Jensen, mostrou o design da incrustação de prata no cubículo usado na manufacturação do genuflexório.
Através desta técnica, a extracção da ciência esotérica que era passada para os iniciados pela tradição verbal. E foi assim que, eventualmente, esta técnica desapareceu até à sua identificação, por Usui, nos anos de 1880, num texto em sânscrito.

O uso das caligrafias era usado para começar o desenvolvimento pessoal, práticas de meditação e purificação espiritual. A influência e a demanda do ocidente produziram mudanças no sistema original. Acredita-se que o sistema real requereria vários anos de dedicação à concentração e ao estudo para a iniciação, através da memorização dos símbolos. Este estudo era baseado em exercícios, posturas, técnicas de respiração e mantras. Apenas algumas dessas técnicas extras sobreviveram.
Em 1915, Rolf Jensen, por uma ordem médico-militar dos Estados Unidos, foi mandado para Japão com a finalidade de estudar junto aos médicos japoneses. E aqui está o que ele aprendeu sobre o que foi feito e refeito pelo Doutor Usui e tornou-se apto a aprender muito mais sobre o sistema. Ele retornou aos Estados Unidos em 1923 e introduziu o Reiki no seu tratamento de quiroprática. Como a arte da quiroprática foi banida no seu Estado natal Oregon, ele começou a pesquisar sobre os campos eletrônicos. Aqui, ele desenvolveu uma “melhoria” da técnica, porque descobriu as vibrações emanadas pela constituição das vidas e pelos os símbolos.

Eventualmente, em 1952, foi encontrado o que se acreditava ser o símbolo-mestre para subjugar todas as doenças. Ele decidiu que a chave para isto funcionar era um harmonioso equilíbrio de cores, sons e átomos. Ele criou uma mistura de sete cores primárias (arco-íris) e sete notas musicais (escala musical). Esta mistura harmoniosa foi alinhada às sete camadas atómicas, encontradas nos átomos de todo o planeta Terra.
A frequência dos símbolos-mestre estava incorporada na construção das tabelas do Reiki (divâs). Takata usou uma destas tabelas nos seus tratamentos.

A pessoa que tem feito muito para trazer este sistema para ocidente é o Reverendo Athur Roberston que estudou com Virginia Samdaht, a primeira ocidental a receber o mestrado em Reiki. Posteriormente, estudou com Iris Ishikuru, irmã de Takata. Durante a pesquisa de Robertson, uma nova informação veio à luz e isto, ligado a uma pesquisa científica, produziu um conhecimento mais profundado para o entendimento de como a energia do Reiki é transmitida.

Programa do Curso:
História
Os símbolos Raku Kei
Respiração dos Rins
O Hui Yin
A respiração do Dragão de Fogo
Tabela dos 7 chakras
A Cerimónia da Água
A afirmação do Raku Kei

Pré – Requisitos: Nível III de Reiki

Inclui: Manual, Certificado e acompanhamento após o curso.

Valor:
Curso à distância : 50€
Curso Presencial: 90€